Motorista sendo submetido ao teste do etilômetro durante fiscalização de trânsito
(Imagem: Canva / Divulgação)
Uma nova proposta em tramitação na Câmara dos Deputados pretende endurecer as consequências patrimoniais para condutores envolvidos em acidentes graves. O texto estabelece regras cautelares para determinar o bloqueio de bens de motoristas embriagados.
A intenção da medida é congelar contas bancárias, imóveis, veículos e investimentos do condutor antes do encerramento das investigações policiais. A decisão liminar garante recursos imediatos para custear o tratamento das vítimas com o bloqueio de bens de motoristas embriagados.
Destinação dos recursos e pensão provisória
Os valores retidos judicialmente servirão para pagar despesas hospitalares, tratamentos psicológicos e reabilitações. Em casos de invalidez ou morte, a Justiça poderá fixar pensões provisórias amparadas pelo bloqueio de bens de motoristas embriagados.
A iniciativa busca evitar que condutores irresponsáveis ocultem patrimônio durante o andamento do processo criminal e civil. Essa garantia financeira protege os familiares atingidos por meio do bloqueio de bens de motoristas embriagados.
Tramitação nas comissões da Câmara
A matéria será analisada em caráter conclusivo por comissões temáticas antes de seguir para votação em plenário no Congresso Nacional. Até que o texto seja aprovado e sancionado, continuam vigentes as regras normais do Código de Trânsito Brasileiro, sem a previsão do bloqueio de bens de motoristas embriagados.
A expectativa do autor da proposta é garantir tramitação célere para dar suporte financeiro rápido aos afetados por tragédias no trânsito. O debate sobre a aplicação das retenções cautelares fortalece a discussão sobre o bloqueio de bens de motoristas embriagados.