Ministro Edson Fachin afirma que combate à violência contra a mulher será prioridade do CNJ.
(Imagem: Fabio Rodrigues-Pozzebom / Agência Brasil)
O presidente da Suprema Corte acenou para a possibilidade do plenário avaliar as medidas recentes adotadas contra a atividade jornalística. A manifestação reforça a importância das garantias constitucionais de sigilo da fonte e liberdade de imprensa.
A discussão ganhou força após ações policiais cumprirem mandados de busca na residência de um repórter e de sua suposta fonte. A cúpula do tribunal ressaltou a proteção jurídica sobre o sigilo da fonte e liberdade de imprensa.
Decisão cautelar e argumentos das partes
As diligências foram autorizadas sob a justificativa de apurar suposta exposição indevida da segurança de familiares de integrante da Corte. Por outro lado a defesa do profissional aponta grave violação ao sigilo da fonte e liberdade de imprensa.
Entidades do setor de comunicação manifestaram preocupação com o precedente aberto contra o exercício da profissão. O respeito às diretrizes da carta magna impõe resguardo ao sigilo da fonte e liberdade de imprensa.
Avaliação pelo plenário e garantias constitucionais
Diante da controvérsia gerada no meio jurídico o caso deve ser submetido ao colegiado para fixar o alcance da norma. O veredito dos ministros balizará o cumprimento do sigilo da fonte e liberdade de imprensa.
A expectativa é que a análise traga parâmetros claros para diferenciar investigações de segurança e direitos do jornalismo. A decisão final reafirmará os limites institucionais sobre o sigilo da fonte e liberdade de imprensa.