Jair Bolsonaro durante agenda pública antes de decisão judicial sobre prisão domiciliar.
(Imagem: Tânia Rêgo Agência Brasil)
O ex-presidente Jair Bolsonaro continua internado após passar por uma cirurgia no ombro realizada em Brasília. Segundo informações divulgadas pelo hospital neste domingo (3), o quadro clínico é estável, com evolução considerada positiva pela equipe médica.
De acordo com o boletim, Jair Bolsonaro apresenta boa recuperação e segue com controle adequado da dor. Ele está em acompanhamento no Hospital DF Star, onde permanece sob observação desde o procedimento realizado sem complicações.
Boletim médico aponta evolução positiva
A equipe responsável pelo atendimento informou que Jair Bolsonaro permanece em um apartamento hospitalar, recebendo cuidados voltados para analgesia, prevenção de trombose e reabilitação.
O boletim médico destaca que o ex-presidente tem respondido bem ao tratamento, com evolução clínica satisfatória. A equipe é composta por especialistas de diferentes áreas, incluindo cirurgia, cardiologia e direção médica da unidade.
Entenda a cirurgia realizada
O procedimento feito em Jair Bolsonaro foi um reparo artroscópico do manguito rotador, indicado para corrigir lesões no ombro identificadas por exames e avaliações clínicas.
A cirurgia foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes, após parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet.
Contexto da internação
Jair Bolsonaro, de 71 anos, cumpre atualmente prisão domiciliar por decisão judicial. A medida foi determinada após uma internação anterior por problemas de saúde.
Mesmo diante desse contexto, o ex-presidente foi autorizado a realizar o procedimento cirúrgico, considerado necessário para tratar as lesões no ombro e melhorar sua qualidade de vida.
Recuperação segue com acompanhamento médico
A expectativa da equipe médica é que Jair Bolsonaro continue evoluindo de forma positiva nos próximos dias, com foco na reabilitação e recuperação dos movimentos.
O hospital não informou previsão de alta, mas destacou que o acompanhamento seguirá conforme a resposta clínica do paciente.