Idosa se diz gravida aos 72 anos
(Imagem: Foto: Reprodução)
Uma idosa de 72 anos, moradora do distrito de Rancharia, no município de Araripina, no Sertão do Araripe, em Pernambuco, afirma estar grávida de quase três semanas. O relato foi divulgado em vídeo nas redes sociais e rapidamente ganhou repercussão, levantando questionamentos sobre a veracidade da informação e a possibilidade médica de uma gestação nessa faixa etária.
Identificada inicialmente como Dona Francisca, a idosa aparece em um vídeo gravado por uma mulher, que se apresenta como influenciadora digital. Nas imagens, ela afirma que o suposto pai da criança teria 31 anos. O conteúdo passou a circular amplamente, provocando reações diversas entre usuários da internet.
Testes rápidos deram positivo, mas não confirmam gestação
Após a repercussão do primeiro vídeo, a influenciadora retornou à residência de Dona Francisca levando testes rápidos de gravidez, que, segundo as imagens divulgadas, apresentaram resultado positivo.
No entanto, especialistas alertam que testes caseiros não são suficientes para confirmar uma gestação, sobretudo em casos considerados raros ou atípicos, como o de mulheres em idade avançada. Alterações hormonais, uso de medicamentos e determinadas condições clínicas podem interferir no resultado desses testes.
Confirmação depende de exames médicos
A confirmação de uma gravidez exige a realização de exames laboratoriais, como o teste de sangue beta-hCG, além de avaliação médica especializada e exames de imagem, como a ultrassonografia. Até o momento, não há informação oficial sobre atendimento médico ou diagnóstico confirmado envolvendo o caso.
Gestação após a menopausa é considerada extremamente rara e, quando ocorre, geralmente está associada a técnicas de reprodução assistida. Casos espontâneos são excepcionais e exigem investigação clínica rigorosa.
Caso segue sem confirmação oficial
Até a última atualização, não houve pronunciamento de autoridades de saúde nem divulgação de laudos médicos que confirmem a suposta gestação. O caso segue restrito às informações divulgadas nas redes sociais.
Especialistas reforçam a importância de cautela na disseminação de conteúdos desse tipo, evitando conclusões precipitadas antes de confirmação científica e médica.