Viatura de POLÍCIA
(Imagem: DIVULGAÇÃO)
Um menino de 11 anos foi acusado de homicídio depois de atirar e matar seu próprio pai, Douglas Dietz, de 42 anos, na manhã de terça-feira, 13 de janeiro de 2026, em Duncannon, condado de Perry, Pensilvânia, Estados Unidos. Segundo documentos judiciais e boletins policiais, o incidente teria sido motivado por uma discussão sobre videogame, quando o garoto foi impedido de jogar.
A mãe da criança relatou que foi acordada por um barulho alto, que inicialmente confundiu com fogos de artifício. Ao verificar o quarto, encontrou Douglas Dietz morto, com um ferimento de bala na cabeça.
Confissão direta do menor
Durante a investigação, o menino afirmou: “Eu matei o papai”, confirmando o envolvimento direto no crime. O disparo aconteceu no quarto do pai, conectado ao dormitório do garoto por um armário, o que possibilitou que o incidente ocorresse sem testemunhas imediatas.
Processo judicial e medidas legais
O garoto, identificado como Clayton Dietz, foi detido e enfrenta acusação de homicídio criminoso. Ele permanece sob custódia enquanto a Justiça da Pensilvânia analisa se o caso será tratado no sistema juvenil ou se poderá ser processado como adulto — algo permitido em homicídios cometidos por crianças a partir de 10 anos.
A primeira audiência preliminar está marcada para 22 de janeiro de 2026, quando defensores e autoridades discutirão medidas legais, acompanhamento psicológico e estratégias de reabilitação do menor.
Repercussão e investigação contínua
O caso gerou comoção na comunidade local e repercussão internacional, devido à idade incomum do acusado. Autoridades seguem investigando circunstâncias do disparo, arma utilizada e fatores familiares que contribuíram para o incidente.
Especialistas em justiça juvenil destacam que crianças de 11 anos raramente são responsabilizadas criminalmente, mas a gravidade do ato exige análise do discernimento do menor e medidas de proteção apropriadas.
Contexto familiar e acompanhamento
Enquanto o processo judicial prossegue, Clayton Dietz recebe acompanhamento psicológico e legal, e autoridades buscam equilibrar responsabilização com proteção e reabilitação. A comunidade permanece em choque, refletindo sobre segurança doméstica e supervisão infantil em situações críticas.