Camisa dez foi decisivo no último duelo oficial de torneios entre as duas equipes no continente africano
(Imagem: Jeff Mitchell / FIFA via Getty Images)
A Seleção Brasileira entra em campo na noite deste sábado em solo norte americano carregando uma marca impecável contra o seu próximo oponente. No gramado do Huntington Bank Field, na cidade de Cleveland, o elenco canarinho vai defender um histórico de cem por cento de aproveitamento diante do Egito. O retrospecto geral aponta que as duas equipes nacionais se cruzaram seis vezes ao longo dos anos, com ampla vantagem de gols para o lado verde e amarelo.
Apesar do caráter festivo do amistoso internacional, o peso do embate é considerado elevado pela comissão técnica. Trata se do compromisso final da jornada de amistosos antes do início das partidas válidas pelo torneio mundial. O time comandado por Carlo Ancelotti usará o teste para fazer os últimos ajustes táticos coletivos, já de olho no duelo de abertura da fase de grupos que ocorrerá no próximo final de semana.
O retrospecto do confronto e os números na preparação da equipe nacional
O confronto deste final de semana fará com que os egípcios alcancem o topo da lista de seleções africanas que mais vezes cruzaram o caminho do Brasil em jogos oficiais. O histórico recente de embates é curto, já que o último encontro entre os times aconteceu há quase quinze anos em um amistoso disputado no Catar. Naquela oportunidade, o grupo brasileiro garantiu o triunfo com dois gols marcados pelo atacante Jonas na etapa complementar.
O duelo mais marcante da história moderna dos países ocorreu na rodada de abertura da Copa das Confederações no final da década retrasada. Em um jogo de alta intensidade e alternâncias no placar, os brasileiros asseguraram a vitória por quatro a três graças a uma cobrança de pênalti convertida pelo meia Kaká nos minutos finais. Aquela vitória suada abriu o caminho para a campanha que terminaria com o tricampeonato da competição.
Olhando para o passado distante, os registros apontam o atacante Quarentinha como o grande artilheiro da história do clássico intercontinental. O ídolo alvinegro acumulou cinco gols em excursões realizadas pelo continente africano no início dos anos sessenta, dividindo os holofotes daquela época com atuações de Pelé e Garrincha. Agora, os novos astros buscam escrever seus nomes na história do duelo e encerrar com brilho a preparação da equipe nacional.