Médico segurando maquete explicativa do sistema digestivo e do cólon humano
(Imagem: Canva)
A rede pública de saúde incorporou oficialmente um novo teste preventivo na sua tabela de procedimentos em todo o país. A medida visa ampliar o rastreamento em pessoas assintomáticas com idade entre cinquenta e setenta e cinco anos por meio do exame FIT para câncer colorretal.
A portaria publicada no Diário Oficial estabelece que a coleta deve ocorrer a cada dois anos. A estratégia foca na prevenção primária e visa identificar possíveis alterações no intestino com o exame FIT para câncer colorretal.
Como funciona a detecção e principais vantagens
O teste analisa amostras de fezes com o uso de anticorpos específicos para encontrar vestígios de sangue invisíveis a olho nu. Essa tecnologia confere maior precisão e rapidez para o exame FIT para câncer colorretal.
Diferente de métodos antigos, o procedimento não exige dietas restritivas nem lavagem intestinal antes da coleta. A facilidade para coletar a amostra em casa aumenta a adesão dos pacientes ao exame FIT para câncer colorretal.
Encaminhamento e confirmação diagnóstica
Caso o laudo laboratorial identifique a presença de sangue oculto, o paciente recebe encaminhamento para exames complementares na rede de atendimento. A colonoscopia segue como o método principal para visualizar o cólon e remover lesões antes que evoluam após o exame FIT para câncer colorretal.
Estimativas oficiais apontam a ocorrência de milhares de novos casos no país ao longo dos próximos anos. A ampliação do rastreamento na rede pública consolida um importante avanço preventivo com o exame FIT para câncer colorretal.