Kim Jong-Un, líder da Coreia Popular
(Imagem: Divulgação / KCNA)
O líder da Coreia Popular, Kim Jong-un está vivo. A confirmação oficial foi feita pelo governo da Coreia do Sul nesta sexta-feira, 23 de outubro, desmentindo categoricamente os boatos sobre o suposto falecimento do governante que ganharam repercussão em plataformas digitais ao longo da semana.
O Serviço Nacional de Inteligência (NIS) sul-coreano assegurou que, após monitoramento de segurança, não foi identificada nenhuma evidência ou indicador técnico que desse sustentação aos rumores de que o chefe de Estado estivesse morto.
A onda de desinformação teve início no dia 18 de outubro, quando o dissidente chinês Xie Wanjun, radicado nos Estados Unidos, publicou a alegação não verificada de que Kim teria sofrido uma hemorragia cerebral fatal.
As especulações ganharam tração acelerada nas redes sociais devido a um breve período em que o líder permaneceu sem realizar aparições públicas registradas. Contudo, especialistas no cenário asiático ressaltam que pausas de poucos dias na agenda pública do governante são corriqueiras e não sinalizam crise institucional ou de saúde em Pyongyang.
Resposta da Coreia Popular aos boatos
Como resposta prática aos rumores internacionais, a imprensa estatal da Coreia Popular veiculou novas imagens de Kim Jong-un na última terça-feira (20). Os registros fotográficos mostram o dirigente cumprindo compromissos oficiais normalmente ao lado de sua filha durante a Exposição Nacional de Vestuário e Calçados, evento realizado no país.
A rápida reação comunicacional do regime e o aval das autoridades sul-coreanas encerraram as dúvidas sobre a integridade física do chefe de Estado. O caso evidencia como a falta de transparência e o sigilo em torno da rotina governamental na Coreia Popular fazem com que pequenos intervalos de ausência da mídia sirvam de combustível constante para teorias infundadas na imprensa global
Formada pela Universidade dos Guararapes, possui uma trajetória marcada pela diversidade de editorias, tendo atuado por dois anos no caderno de Esportes e por um ano nas editorias de Política e Vida Urbana.
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