Culto na IEDAPE
(Imagem: Foto: Rede Brasil)
O pastor Ailton José Alves, presidente das Assembleias de Deus em Pernambuco, orientou os fiéis a evitar confrontos e provocações relacionadas à política. Em uma declaração, o líder religioso recomendou cautela na escolha das roupas em meio ao clima eleitoral e defendeu que os cristãos mantenham uma postura de paz diante de possíveis desentendimentos.
Durante a fala, o pastor sugeriu que os fiéis evitem usar roupas verdes e amarelas caso considerem que essas cores possam provocar reações de outras pessoas. Como alternativa, mencionou o uso de uma camisa branca.
“Se os irmãos puderem evitar ir de verde e amarelo, é bom para não ser provocado, não ser ameaçado”, afirmou.
Na sequência, o religioso reforçou que a orientação não deveria ser interpretada como um incentivo ao confronto, mas como uma recomendação para evitar situações de tensão.
Pastor defende análise dos projetos dos candidatos
Além de abordar o comportamento dos fiéis diante de provocações, Ailton José Alves falou sobre os critérios que, em sua avaliação, devem orientar a escolha eleitoral dos cristãos.
O pastor recomendou que os eleitores analisem as propostas e os projetos apresentados pelos candidatos, utilizando a Bíblia como referência para suas convicções religiosas.
“Porque perfeito não tem ninguém. Mas o crente é inteligente, irmão, e ele sabe”, declarou.
A fala aponta para a defesa de uma avaliação das candidaturas, considerando que nenhum candidato é perfeito. No trecho divulgado, o pastor não mencionou nominalmente candidatos ou partidos.
“O povo de Deus é um povo de paz”, afirma religioso
Ao concluir a orientação, o presidente das Assembleias de Deus em Pernambuco pediu que os fiéis não respondam a provocações e procurem manter o equilíbrio nas relações com pessoas que tenham opiniões políticas diferentes.
“O povo de Deus é um povo de paz”, afirmou.
O pastor também recorreu a uma referência bíblica para reforçar a mensagem de que os conflitos enfrentados pelos cristãos não devem ser direcionados contra outras pessoas.
“Precisamos ter muito equilíbrio, nem provocar ninguém e nem dar ouvido à provocação”, disse.
A declaração enfatiza a recomendação de evitar discussões e ameaças relacionadas à política, especialmente em um período de maior mobilização eleitoral. A orientação também destaca a importância de preservar a convivência entre pessoas com diferentes posições.
A fala do líder religioso reúne, assim, dois pontos centrais: a cautela para evitar situações de hostilidade e a recomendação de que os eleitores examinem os projetos dos candidatos antes de tomar uma decisão nas urnas.