Operação internacional derrubou quase 2 mil sites de transmissão pirata da Copa do Mundo de 2026
(Imagem: Canva)
Em uma grande ofensiva contra a pirataria digital, o governo dos Estados Unidos encerrou as atividades de quase 2 mil sites que realizavam transmissões ilegais da Copa do Mundo de 2026. Entre os domínios tirados do ar, 309 eram direcionados ao público brasileiro.
Os dados integram o balanço da Operação Offsides, coordenada por autoridades norte-americanas em três fases ao longo do torneio da FIFA. Além de combater a violação de direitos autorais de detentores oficiais de transmissão como a Fox e a plataforma Peacock, a ação visou neutralizar riscos cibernéticos direcionados aos usuários.
Riscos cibernéticos e impacto internacional
Segundo o Departamento de Justiça dos EUA (DOJ) e a Investigação de Segurança Interna (HSI), o acesso a transmissões piratas expõe os torcedores a sérias vulnerabilidades digitais, como a instalação involuntária de softwares maliciosos (malwares) e a captura ilícita de dados bancários e de cartão de crédito.
| Indicador da Operação | Dados Registrados |
| Total de sites bloqueados | Cerca de 2.000 domínios |
| Sites brasileiros afetados | 309 plataformas |
| País mais atingido | Colômbia (1.140 sites tirados do ar) |
| Ações complementares | 13 mandados de busca e 11 prisões por falsificação de artigos esportivos na Colômbia |
Autoridades americanas reforçam que a infraestrutura por trás dessas transmissões ilícitas costuma estar associada a redes de cibercrime, transformando o consumo não autorizado em um vetor de ataques em massa contra consumidores.