Gestão fiscal eficiente assegura estabilidade econômica e atrai novos investimentos para Pernambuco
(Imagem: Foto: Yacy Ribeiro / Secom / Governo de Pernambuco)
A eficiência na gestão fiscal e a disciplina orçamentária voltaram a posicionar a administração pública do Leste Nordestino em patamares de excelência institucional. A Secretaria do Tesouro Nacional (STN) divulgou o relatório anual de avaliação macroeconômica, confirmando que o estado de Pernambuco manteve, pelo terceiro ano consecutivo, a classificação B+ na análise da Capacidade de Pagamento. O diagnóstico técnico atesta o equilíbrio financeiro do caixa estadual e a habilidade do governo em expandir a oferta de serviços públicos sem comprometer as metas de sustentabilidade fiscal de longo prazo.
A governadora Raquel Lyra celebrou a consolidação do índice, apontando que o resultado é o reflexo prático de uma política contínua de planejamento estratégico, controle de gastos correntes e saneamento de passivos herdados. A gestora enfatizou que a arrumação das contas públicas, iniciada no ciclo de 2023, retirou o estado do cenário de vulnerabilidade e permitiu fechar os balanços financeiros no azul, traduzindo responsabilidade fiscal em melhorias diretas na qualidade de vida e na infraestrutura dos municípios pernambucanos.
O papel da Capag no mercado de crédito e investimentos
A Capag funciona como o principal termômetro de saúde financeira dos entes subnacionais (estados e municípios) no Brasil. Essa métrica é rigorosamente consultada por bancos internacionais, agências de fomento e parceiros privados antes da assinatura de contratos de grande porte. Possuir uma boa classificação junto ao Tesouro Nacional é o pré-requisito legal indispensável para que um estado obtenha a garantia fiadora da União em operações de crédito externas, permitindo captar empréstimos com juros reduzidos e prazos de carência prolongados.
Para estruturar a nota final, a metodologia da STN disseca as contas governamentais por meio de três pilares independentes de sustentabilidade. O desempenho de Pernambuco nestes componentes detalha a solidez do caixa:
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Endividamento (Nota A): Mede a proporção da dívida consolidada em relação à Receita Corrente Líquida (RCL). O Estado registrou o índice de 41,22% no exercício de 2025, patamar considerado altamente confortável pela equipe econômica federal, liberando margem técnica para novos investimentos;
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Poupança Corrente (Nota B): Avalia a relação entre as despesas correntes e as receitas correntes, medindo o fôlego da máquina para se autofinanciar. Na média dos exercícios de 2023, 2024 e 2025, Pernambuco cravou 93,12%;
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Liquidez (Nota B): Examina a capacidade de honrar os compromissos financeiros de curto prazo utilizando os recursos imediatamente disponíveis em conta bancária. O índice apurado para 2025 fixou-se em 0,39%, assegurando cobertura adequada para as obrigações imediatas com fornecedores e servidores.
Credibilidade institucional atrai novos negócios
A manutenção da nota B+ na avaliação de Capacidade de Pagamento sinaliza ao mercado que a trajetória de austeridade e governança de Pernambuco é perene e blindada contra volatilidades partidárias. A estabilidade fiscal blinda a segurança jurídica local, elevando a atratividade do estado para a recepção de aportes privados de grandes indústrias e projetos de infraestrutura logística. Com o caixa organizado e as contas sob controle, o governo estadual pavimenta uma avenida de crescimento sustentável, consolidando as bases fiscais necessárias para impulsionar o desenvolvimento econômico e reduzir as desigualdades sociais na região.