Rebeca Andrade comemora a conquista da medalha de ouro no salto durante o Pan no Rio de Janeiro
(Imagem: Foto: MeloGym / CBG / Agência Brasil)
O cenário esportivo internacional testemunhou o retorno triunfante de um dos maiores nomes do esporte olímpico nacional. Após um hiato de quase dois anos afastada das arenas competitivas para focar em sua preparação física, a ginasta Rebeca Andrade voltou a competir em alto rendimento neste domingo (21). A atleta conquistou a medalha de ouro na final do salto sobre a mesa durante o Campeonato Pan-Americano de ginástica artística, realizado na arena montada no Rio de Janeiro.
A performance de Rebeca na modalidade de saltos consolidou uma marca inédita para a história do esporte no país. A ginasta alcançou a média final de 14.266 pontos na somatória de suas apresentações. O resultado foi pavimentado pela execução de um primeiro voo de alta complexidade técnica que recebeu a nota de 14.433 a maior pontuação registrada em todo o torneio, seguido por uma segunda execução avaliada em 13.700 pelos juízes internacionais. A medalha de prata ficou com a canadense Lia Monica com 14.249 pontos, enquanto o bronze foi para a norte-americana Claire Pease com a nota de 13.916.
Destaques masculinos nas barras paralela e fixa
O desempenho da principal atleta da delegação funcionou como um catalisador para os demais mesa-tenistas e ginastas do país. O ginasta Diogo Soares foi o grande destaque nas subdivisões masculinas da ginástica artística, subindo ao pódio em duas oportunidades consecutivas com apresentações marcadas pela precisão e firmeza nos movimentos.
Nas barras paralelas, Diogo assegurou a segunda colocação e a medalha de prata ao cravar a pontuação de 13.933. Pouco tempo depois, o atleta voltou ao tablado para disputar a final da barra fixa, conquistando mais uma medalha de prata para o país ao somar 14.133 pontos. Na mesma prova da barra fixa, o experiente Arthur Nory garantiu a medalha de bronze com a nota de 14.033, terminando empatado na terceira colocação com o canadense Felix Dolci.
Consolidação do Brasil no quadro de medalhas
O encerramento do cronograma de finais do domingo confirmou a soberania e a evolução técnica do país nas categorias de base e na elite da modalidade. As equipes femininas e masculinas faturaram mais três medalhas de bronze em provas de alta exigência de equilíbrio e força:
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Trave de Equilíbrio: Thaís Fidélis executou uma série limpa e garantiu o terceiro lugar no pódio;
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Barras Assimétricas: A jovem Sophia Weisberg superou as concorrentes continentais e assegurou o bronze;
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Solo Masculino: Vitaliy Guimarães representou o país na final de solo e completou a festa brasileira com a terceira posição.
Ao todo, a delegação brasileira encerrou a rodada de competições de ginástica artística celebrando a conquista de sete novas medalhas. O resultado reafirma a posição do Brasil como uma das grandes potências do continente americano no esporte, impulsionando a preparação dos atletas para os próximos ciclos de competições mundiais.