Quatro pessoas foram feridas, mas não houve registro de óbitos.
(Imagem: Pref. RS/ Divulgação)
Os temporais que atingiram Santa Catarina e o Rio Grande do Sul afetaram cerca de 4,8 mil residências, segundo balanços reunidos após a passagem de sistemas de instabilidade pela Região Sul. As ocorrências incluem danos provocados por chuva intensa, rajadas de vento e outros fenômenos associados ao mau tempo.
Equipes estaduais e municipais de Defesa Civil atuam no levantamento dos prejuízos e no atendimento às famílias. O número de imóveis afetados pode ser atualizado à medida que novas ocorrências são registradas e os municípios concluem as vistorias.
Danos atingem diferentes municípios
Os efeitos dos temporais não se concentraram em uma única cidade. Em diferentes pontos dos dois estados, houve registros de destelhamentos, alagamentos, quedas de árvores e interrupções pontuais de serviços. A intensidade dos danos varia conforme a trajetória das tempestades e as condições locais.
A prioridade das equipes de resposta é identificar situações de risco, apoiar moradores que tiveram as casas atingidas e restabelecer acessos e serviços essenciais. Em áreas sujeitas a alagamentos e deslizamentos, o monitoramento permanece reforçado.
Defesa Civil orienta população
Durante tempestades com vento forte e descargas elétricas, a recomendação é evitar áreas abertas, estruturas frágeis, árvores e postes. Motoristas também devem redobrar a atenção em trechos alagados e não tentar atravessar vias cobertas pela água quando não for possível avaliar a profundidade ou a força da correnteza.
Moradores de áreas de risco devem acompanhar alertas oficiais e seguir orientações para evacuação quando houver determinação das autoridades. Avisos meteorológicos e comunicados da Defesa Civil ajudam a antecipar mudanças rápidas nas condições do tempo.
Levantamento de prejuízos continua
Depois da fase mais crítica do evento, municípios passam a contabilizar danos em residências, equipamentos públicos, redes de energia e infraestrutura urbana. Esses dados são importantes para dimensionar a resposta e, quando necessário, fundamentar pedidos de apoio estadual ou federal.
Como eventos severos podem ocorrer de forma localizada, o balanço regional é atualizado conforme as prefeituras enviam novas informações. A orientação é que moradores afetados registrem os danos pelos canais indicados pelas administrações locais e pela Defesa Civil.