Equipamentos de diagnóstico por imagem e exames preventivos auxiliam no acompanhamento da saúde mamária
(Imagem: Fabio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil)
A assistência prestada pelo Sistema Único de Saúde na área de reconstrução e correção funcional mamária apresentou uma expansão expressiva ao longo da última década. Um levantamento especializado aponta que a realização de cirurgias plásticas de mama no SUS subiu mais de cinquenta por cento no período analisado.
Após o período de retração nos atendimentos decorrente da crise sanitária, os serviços públicos retomaram o ritmo de agendamentos e procedimentos. O balanço estatístico reflete o papel da rede na restauração da saúde e da qualidade de vida ao ofertar cirurgias plásticas de mama no SUS.
Perfil das intervenções e indicações médicas
A maior parcela dos atendimentos registrados corresponde a procedimentos femininos não estéticos voltados para corrigir assimetrias, deformidades congênitas e limitações físicas. Outra fatia importante das internações refere se à reconstrução pós mastectomia com uso de próteses em cirurgias plásticas de mama no SUS.
A reparação tecidual após o tratamento do câncer de mama permanece como uma prioridade no fluxo de atendimentos dos hospitais credenciados. O suporte integral oferecido às pacientes garante a continuidade dos cuidados em cirurgias plásticas de mama no SUS.
Concentração regional nos atendimentos
A distribuição geográfica dos dados mostra que os estados da Região Sudeste concentram mais da metade de todas as internações para procedimentos mamários no país. O Estado de São Paulo lidera o ranking nacional em volume absoluto na oferta de cirurgias plásticas de mama no SUS.
O avanço do acesso nas demais regiões do país continua sendo um desafio para equilibrar a oferta de especialistas e a infraestrutura hospitalar. O fortalecimento da rede pública visa ampliar a cobertura em todas as unidades federativas para cirurgias plásticas de mama no SUS.