A Anvisa determinou a proibição total de canetas emagrecedoras sem registro.
(Imagem: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil)
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ordenou a apreensão e o recolhimento de toda a linha de produtos da empresa PSM Pennaforte Produtos Naturais, o que inclui seus suplementos alimentares. A medida cautelar proíbe expressamente a fabricação, importação, distribuição, comercialização, propaganda e o uso de qualquer item da marca em todo o território nacional.
A fiscalização teve início após uma inspeção conduzida pela vigilância sanitária municipal de Marataízes, no Espírito Santo. Durante a vistoria, os fiscais constataram que a sede informada no registro oficial da empresa corresponde, na verdade, a um imóvel residencial. No local, não foi encontrada nenhuma estrutura comercial ou fábrica em operação.
Diante do risco à saúde pública e da irregularidade cadastral, a Anvisa formalizou o veto total às atividades da marca. Procurada para prestar esclarecimentos sobre a decisão do órgão regulador, a PSM Pennaforte Produtos Naturais Ltda. não foi localizada até o momento. O espaço permanece aberto para o posicionamento oficial da empresa.
Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) desempenha um papel fundamental na proteção da saúde da população brasileira, sendo responsável pelo controle sanitário de uma vasta gama de produtos e serviços.
Criada para assegurar a segurança, a eficácia e a elevada qualidade de produtos essenciais do dia a dia, que abrangem desde medicamentos de alta complexidade e alimentos até cosméticos, saneantes e correlatos, a autarquia desempenha um papel estratégico e contínuo.
Ela atua na linha de frente da fiscalização sanitária em portos, aeroportos, divisas e fronteiras terrestres, ao mesmo tempo em que estabelece normas rigorosas para regulamentar cada etapa das cadeias de produção, importação e comercialização em todo o território nacional.
Com um escopo de ação abrangente e multidisciplinar, suas atribuições incluem desde a análise técnica para a concessão de registros de novas tecnologias, insumos e tratamentos médicos inovadores até a constante vigilância pós-comercialização.
Sempre que falhas, desvios de qualidade ou riscos iminentes são identificados no mercado, o órgão atua com rapidez na emissão de alertas públicos, recolhimento de lotes e aplicação de interdições cautelares, prevenindo danos e resguardando a saúde de milhões de brasileiros.
Formada pela Universidade dos Guararapes, possui uma trajetória marcada pela diversidade de editorias, tendo atuado por dois anos no caderno de Esportes e por um ano nas editorias de Política e Vida Urbana.
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