Cadelinha morta em Olinda
(Imagem: Reprodução / Redes Sociais)
Na manhã do último sábado, 24 de outubro, uma cadela morreu após ser arremessada do nono andar de um condomínio residencial no bairro de Casa Caiada, em Olinda, na Região Metropolitana do Recife (RMR).
A tutora do animal encontrou sinais de possíveis danos ao apartamento ao retornar para casa, levantando a suspeita de uma invasão. O caso é investigado pela Polícia Civil de Pernambuco.
Maria José estava fora do imóvel, no bairro de Aldeia, quando recebeu uma ligação do zelador do condomínio informando que a cadela havia sido encontrada morta na garagem do prédio.
Ao voltar para o apartamento, ela percebeu que a porta da cozinha estava aberta. O local chamou sua atenção porque, antes de sair, havia deixado a porta apenas encostada no trinco, sem trancá-la à chave.
Outro detalhe observado foi o estado da tela de proteção de uma janela. Segundo a tutora, o material apresentava cortes aparentemente feitos com faca e uma abertura grande o suficiente para permitir a passagem do animal.
A cozinha dá acesso às escadas de emergência do edifício. Diante das condições encontradas, a suspeita é de que alguém possa ter entrado no imóvel e provocado a queda da cadela. No entanto, ainda não há confirmação sobre o que aconteceu nem sobre quem poderia estar envolvido.
Falta de câmeras dificulta esclarecimento do caso
A ausência de equipamentos de monitoramento nas escadas de emergência é um dos fatores que podem dificultar a investigação. De acordo com Maria José, não há câmeras de segurança nessa área do condomínio, o que impede a identificação de possíveis pessoas que tenham circulado pelo local por meio de imagens desse trecho.
A Polícia Civil de Pernambuco investiga as circunstâncias da morte para esclarecer a dinâmica dos acontecimentos e verificar se houve invasão do apartamento.
Até o momento, não foram divulgadas informações sobre suspeitos ou sobre a identificação de possíveis responsáveis. A investigação deverá apurar os detalhes do caso a partir dos indícios encontrados no imóvel e de outros elementos que possam contribuir para o esclarecimento da ocorrência.
Formada pela Universidade dos Guararapes, possui uma trajetória marcada pela diversidade de editorias, tendo atuado por dois anos no caderno de Esportes e por um ano nas editorias de Política e Vida Urbana.
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