Seleção Brasileira Feminina na Arena de Pernambuco
(Imagem: Lívia Villas Boas/Staff Images/CBF)
Abola vai rolar para Brasil e Argentina nesta terça-feira, 13 de outubro. O clássico terá como palco a Arena de Pernambuco, localizada em São Lourenço da Mata, na Região Metropolitana do Recife, e que foi uma das sedes escolhidas para receber jogos da Copa do Mundo Feminina no próximo ano.
Este será o segundo confronto entre as equipes nesta Data FIFA. No primeiro duelo, realizado no sábado (10), a Seleção Canarinho levou a melhor ao vencer as hermanas por 3 a 1, no Beira-Rio. Agora, o amistoso em Pernambuco deve ser o último compromisso da seleção feminina no Brasil em 2026.
Retrospecto do confronto
No histórico do confronto, o domínio verde e amarelo é avassalador. Em 22 partidas disputadas entre as duas seleções, o Brasil conquistou 19 vitórias, um aproveitamento impressionante de 86%, registrando apenas um empate e duas derrotas para a Argentina.
Além disso, o ataque brasileiro costuma ser avassalador no duelo: foram 76 gols marcados (uma média expressiva de 3,45 por jogo) contra apenas 15 sofridos, reforçando o amplo favoritismo da Seleção no clássico.
Mobilidade
Para facilitar o deslocamento dos torcedores até a Arena de Pernambuco, o Consórcio de Transporte Metropolitano (CTM) montou um esquema especial de mobilidade focado na integração entre metrô e ônibus.
A principal opção para o público é a linha especial 047 – Cosme e Damião/Arena, que faz o transbordo direto da Estação Cosme e Damião do Metrô até o estádio. O serviço começa a operar horas antes do apito inicial e segue ativo até o escoamento total da torcida após o fim da partida, garantindo uma viagem mais rápida e sem preocupações com estacionamento.
Para quem pretende utilizar o transporte público na volta para casa, a operação contará com reforço no quadro de horários e frota reserva nas linhas que atendem o entorno do complexo esportivo.
Além disso, a orientação do CTM é que os passageiros realizem a compra antecipada das passagens ou utilizem cartões de bilhetagem eletrônica (como o VEM) tanto no metrô quanto nos ônibus, evitando filas nos guichês e garantindo um embarque mais ágil na saída do jogo.
Formada pela Universidade dos Guararapes, possui uma trajetória marcada pela diversidade de editorias, tendo atuado por dois anos no caderno de Esportes e por um ano nas editorias de Política e Vida Urbana.
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