Ex-governador Ronaldo Caiado em apresentação pública onde comentou sobre a relação entre poderes
(Imagem: Antonio Cruz / Agência Brasil)
Durante sabatina concedida a um veículo de comunicação nesta sexta feira, o ex governador de Goiás e pré candidato à presidência Ronaldo Caiado teceu duras críticas à atual dinâmica do orçamento público. Em sua fala, o político apontou a necessidade de rever a distribuição de verbas ao abordar a influência das emendas parlamentares no presidencialismo.
Segundo o pré candidato, o modelo atual gera uma pulverização das metas do Poder Executivo ao criar centenas de prioridades individuais no Legislativo. Essa fragmentação orçamentária altera o equilíbrio de poderes e compromete a execução de grandes projetos nacionais ligados às emendas parlamentares no presidencialismo.
Proposta de direcionamento e negociação com o Congresso
Para contornar o cenário classificado por ele como desordem institucional, o político apresentou uma proposta de gestão das verbas. A intenção anunciada é condicionar o repasse de recursos a obras e diretrizes definidas no plano de governo eleito pelo voto popular, reorganizando o papel das emendas parlamentares no presidencialismo.
O ex governador enfatizou que a Presidência da República precisa exercer sua liderança política para pactuar as prioridades com os congressistas. Ele destacou que a apresentação de projetos estruturantes por setores facilitará o diálogo sobre as emendas parlamentares no presidencialismo.
Autoridade do Executivo e governabilidade
Ao relembrar sua trajetória no Congresso Nacional, o pré candidato ressaltou as mudanças ocorridas nas regras orçamentárias ao longo das últimas décadas. A busca por um modelo sustentável de governabilidade passa pelo resgate da autoridade do cargo presidencial na condução das emendas parlamentares no presidencialismo.
A discussão sobre a divisão do orçamento federal promete figurar no centro dos debates da corrida eleitoral. A relação entre o Palácio do Planalto e o Congresso dependerá das alternativas propostas para o manejo das emendas parlamentares no presidencialismo.